sábado, 26 de novembro de 2011

Atividade 1.2


Eproinfo Integrado
Curso: Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC
Nome: Sérgio Monteiro de Oliveira
Unidade: 1
Atividade: 1.2
Formadora: Lourdes Misael

Ser Professor Atualmente
Hoje em dia está muito difícil ser professor, o professor tem que ter domínio da tecnologia,domínio da  turma em sala de aula, acompanhar a evolução da tecnologia e do mundo.
O aluno hoje não respeita o professor em sala de aula, fala palavrões, fica conversando atrapalhando a aula.
A própria concorrência exige que o professor hoje seja formado, tenha um curso superior e continue estudando buscando mais conhecimento. Sou feliz com o que eu faço, estou buscando melhora o meu currículo.
O governo hoje está oferecendo muitas vagas nas universidades, dando oportunidade para as pessoas estudar através de financiamento como o fies,etc.
Com o avanço da tecnologia estou estudando pesquisando mais procurando conteúdos de educação física para ministrar as minhas aulas com mais qualidade.
Como aprendiz estou aprendendo muito mais com os outros professores que são mais experientes do que eu, hoje estou bem melhor do que antes.
Sou um professor que gosto do que eu faço, provoco e questiono o aluno para que ele pense e dê a sua opinião sobre assuntos relacionados a educação física.

O desafio da aprendizagem


Eproinfo Integrado
Curso: Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC
Nome: Sérgio Monteiro de Oliveira
Unidade: 1
Atividade: 1.1
Formadora: Lourdes Misael Moreno Gomes



O desafio da aprendizagem

O desafio atual do sistema educacional é formar, efetivamente, os alunos para a cidadania responsável e para que sejam contínuos aprendizes, que tenham autonomia na busca e na seleção de informações, na produção de conhecimento para resolver problemas da vida e do trabalho e que saibam, também, aprender a aprender ao longo da vida.
A exigência de aprender, continuamente, ao longo da vida constitui, na sociedade atual, um desafio para todas as pessoas e uma necessidade premente colocada aos educadores. Não se trata, evidentemente, apenas ter acesso a informações, mas sim de saber buscá-las em diferentes fontes e, sobre tudo, saber transformá-las em conhecimentos para resolver problemas da vida e do trabalho, nunca houve tantas pessoas aprendendo tantas coisas ao mesmo tempo como em nossa sociedade atual. Além disso, essas demandas crescentes de aprendizagem produzem-se no contexto de uma suposta sociedade do conhecimento, que não apenas exige que mais pessoas aprendam cada vez mais coisas, mas que as aprendam de outra maneira, no âmbito de uma nova cultura da aprendizagem, de uma nova forma de conceder e gerir o conhecimento, seja da perspectiva cognitiva ou social.
Como consequência dessa multiplicação informativa, bem como de mudanças culturais mais profundas, experimentamos uma crescente incerteza intelectual e pessoal. Não existem mais saberes ou pontos de vista absolutos que devam assumir como futuros cidadãos, a verdade é coisa do passado, mais que do presente ou do futuro, um conceito que faz parte de nossa tradição cultural e que, portanto, está presente em nossa cultura da aprendizagem, mas que, sem dúvida, é preciso repensar nessa nova cultura da aprendizagem, sem, com isso, cair necessariamente em um relativismo extremo.
As tecnologias da informação estão criando novas formas de distribuir socialmente o conhecimento, que estamos apenas começando a vislumbrar, mas que, seguramente, tornam necessárias novas formas de alfabetização ( literária, gráfica, informática, científica, etc). Elas estão criando uma nova cultura da aprendizagem que a escola não pode – ou pelo menos não deve- ignorar. A informatização do conhecimento tornou muito mais acessíveis todos os saberes ao tornar mais horizontais e menos seletivos a produção e o acesso ao conhecimento.
Todavia, mudar as formas de aprender dos alunos requer também mudar as formas de ensinar de seus professores. Por isso, a nova cultura da aprendizagem exige um novo perfil de aluno e de professor, exige novas funções discentes e docentes, as quais só se tornarão possíveis se houver uma mudança de mentalidade, uma mudança nas concepções profundamente arraigadas de uns e de outros sobre a aprendizagem e o ensino para encarar essa nova cultura da aprendizagem.

Atividade 1.6 Webquest: Informática e Projetos de Aprendizagens


Eproinfo Integrado
Cursistas: Sérgio Monteiro de Oliveira
Curso: Tecnologia na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC
Formadora: Lourdes Misael.
Atividade: 1.6. Webquest: Informática e Projetos de Aprendizagens

Ao trabalhar com o projeto de aprendizagem você possibilitará o desenvolvimento de praticas pedagógicas contextualizadas, que viabilizarão novas experiências teóricas e praticas tanto para você quanto para seus alunos. Dessa forma, a interdisciplinaridade se fará presente no contexto de suas aulas. Além do mais, abre oportunidades de utilização das tecnologias, visando à melhoria do processo de ensino aprendizagem.
Ao englobar a metodologia de projeto de aprendizagem com o uso das tecnologias, há o rompimento com as praticas petrificadas, deixando de utilizar somente o caderno, o quadro e o giz. Isso requer mais pesquisa, estudo e planejamento, possibilitando o desenvolvimento das atividades através de novas ferramentas de produção, diversificando as aulas com imagens, jogos, vídeos, produção e edição de textos, entre outros.
Com o projeto Webquest favorece, também, a interação das diferentes tecnologias e mídias, para isso é fundamental que nós professores conhecemos essa ferramenta para ensinar e trabalhar com os nossos alunos em sala de aula.
Portanto Sugiro que você pesquise na internet, pois oferece recursos diversificados para ajudar você. Lá terão tudo que você está procurando como, conteúdos, textos. Hipertextos, etc.


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Atividade 2.3 Conceituando hipertexto individualmente


Eproinfo Integrado
Curso: Tecnologia na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC
Cursista: Sérgio Monteiro de Oliveira
Unidade: 2
Atividade: 2.3
Formador (a): Lourdes Misael

Conceituando hipertexto individualmente

Ao longo da história da humanidade a maioria dos registros feitos, em se tratando de narrativa textual, foram em forma de metanarrativas, que são as narrativas retóricas e lineares, com classificações hierárquicas e de forma que a leitura não é feita baseada em associações, como acontece no hipertexto. Tanto em registros religiosos quanto em livros didáticos a narrativa segue uma temporalidade linear, do mais antigo ao recente, de acontecimentos subseqüentes por períodos históricos, e por outros fatores próprios do projeto  da modernidade. Porém no mundo contemporâneo nos deparamos com o excesso de informações e a urgência de seleção dessas informações. A estrutura de uma narrativa hipertextual vem permitir melhor desempenho nesta seleção de informações.
O termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson, na década de sessenta, para denominar a forma de escrita/leitura não linear na informática, pelo sistema “Xanadu”. Até então a idéia de hipertextualidade havia sido apenas manifestada pelo matemático e físico Vannevar Bush através do dispositivo “Memex”.
O hipertexto está relacionado à própria evolução da tecnologia computacional quando a interação passa à interatividade, em que o computador deixa de ser binário rígido e centralizador, para oferecer ao usuário interfaces interativas. O termo interativo já pertencia ao campo das artes quando se propunha intervenção do/com apreciador, no entanto o termo interatividade passa a se associar a sistemas da informática, por fazer um contraponto à leitura/escrita das metanarrativas.
O hipertexto vem auxiliar o ser humano na questão da aquisição e assimilação do conhecimento, pois tal como o cérebro humano, ele não possui uma estrutura hierárquica e linear, sua característica é a capilaridade, ou melhor, uma forma de organização em rede.
A televisão, o cinema, e outras áreas das artes e do entretenimento também vêm trabalhando com a idéia do hipertexto, até mesmo para alcançar o público hoje mais hiperativo, que vive uma contemporaneidade fragmentada, numa contagem regressiva do tempo de seus afazeres. Há filmes que apresentam algumas pequenas histórias, que parecem independentes umas das outras, porém a essência de cada uma faz parte de um único enredo desenvolvido pelo autor.
O que eu achei é que o hipertexto nos dá várias opções de entrar em outros links com mais informações sobre o conteúdo que estamos lendo, ou seja, nos leva para outras páginas e cabe  a nós como professores utilizar os hipertextos em nossas aulas como um recurso novo que aprendemos, fica mais fácil para os alunos pesquisa.



unidade2 Navegando em busca do conceito de hipertexto


Eproinfo Integrado
Curso: Tecnologia na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC
Cursista: Sérgio Monteiro de Oliveira
Unidade: 2
Atividade: 2.2
Formador (a): Lourdes Misael

Navegando em busca do conceito hipertexto

Ao realizar a pesquisa no Google 55 páginas foram listadas e mais de 150.000 textos estão disponíveis para pesquisa, é muito importante pesquisar, com a pesquisa vemos que temos muitas informações e textos disponíveis a nossa procura.
A navegação em hipertexto foi de grande valia para mim como professor tem várias páginas na internet que fala sobre o conceito de hipertexto.
Não tive dificuldades em usar essa ferramenta, pois já tenho conhecimento da mesma.
Hipertexto é uma maneira de organizar um texto de forma não linear, em que se inserem links de navegação em palavras-chaves.
Ao clicar nos links facilitou muito para mim para compreender o que é hipertexto porque ao clicar nos links leva para outro conteúdo de forma em que a pessoa que está pesquisando fica mais fácil.
Não me perdi cliquei nos links para continua pesquisando outros assuntos, consegui retorna e achar o que eu estava procurando.
Conheci coisas inesperadas que eu não sabia o que é que era como eu não sabia o que era hipertexto e para que servia, mas agora eu sei o que é com essa pesquisa.
Aprendi sobre hipertexto qual é a sua importância e para que ele serve.